sábado, 18 de setembro de 2010

180910 - a poem for nobody

Ela estava lá. Sentada.
A cadeira não era confortavel.
A escrivaninha não possuia uma altura conveniente.
Sua gata miava.
O caderno não lhe atraia. A caneta falhava.
A janela estava aberta.
O céu brilhava. As nuvens sorriam para ela.
Ela sorria.

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